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Moedas raras de 1 real: quais são e quanto valem

Vídeos dizem que a moeda de 1 real vale uma fortuna. Veja a tiragem oficial de cada comemorativa e quanto as raras saíram em leilão.

15 min de leitura, atualizado em 14 de outubro de 2026.

Quase toda moeda de 1 real vale 1 real, e isso inclui as das Olimpíadas: cada uma das 16 moedas de 1 real dos Jogos Rio 2016 teve 20 milhões de peças, e solta, sem embalagem, ela tem saído em leilão por uns R$ 5. Das 24 moedas comemorativas de 1 real que o Banco Central do Brasil (BCB) lista, só duas têm tiragem pequena, isto é, poucas peças fabricadas: a do Cinquentenário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1998, com 600.000, e a da Entrega da Bandeira Olímpica, de 2012, com 1.995.700 para circulação e mais 20.300 em cartela de coleção. Nos leilões online de casas brasileiras, de janeiro de 2025 a outubro de 2026, a Direitos Humanos solta e sem certificado saiu, em metade dos lotes, entre R$ 231 e R$ 300, e a Bandeira Olímpica, entre R$ 134 e R$ 160. Na moeda comum, o ano com menos peças é 1999: 3.840.000.

As tiragens desta página são do BCB. Os preços de mercado são lotes vendidos nesses leilões, lidos nas páginas das casas em 14 de outubro de 2026: o valor do arremate (o lance vencedor), sem a comissão de 5% do leiloeiro e sem frete. Mediana é o preço do meio, com metade dos lotes abaixo e metade acima. Anúncios do Mercado Livre ficaram de fora, porque mostram só o preço pedido.

Moeda de 1 real comum: quanto vale e qual ano tem menos peças

A moeda de 1 real do troco é a bimetálica de 27 mm, da segunda família do real, e vale 1 real. A primeira versão, lançada em 1º de julho de 1998, tinha núcleo de cuproníquel e anel de alpaca (uma liga de cobre, níquel e zinco) e pesava 7,84 g. Desde 24 de junho de 2002, o núcleo é de aço inoxidável e o anel de aço revestido de bronze, com 7,00 g. A ficha do BCB dá a tiragem de cada ano, e o recorde é 2008, com 664.833.000 moedas. Os cinco anos com menos peças são estes:

AnoMoedas de 1 real comuns (BCB)
19993.840.000
201411.904.000
199818.000.000
201625.088.000
200543.776.000

Os outros anos da lista passam todos de 50 milhões. A ficha não traz número para 2000, 2001 e 2015, e de 2014 a 2016 conta só a moeda comum, sem as olímpicas.

Em setembro de 2025, o Monitor do Mercado publicou que a de 1999 teve “uma produção de apenas 3 mil peças”. O BCB registra 3.840.000, e a matéria perdeu três zeros pelo caminho. Mesmo com a menor tiragem anual, a de 1999 saiu pela mediana de R$ 17 quando o anúncio do lote não diz em que estado ela está (11 lotes desde janeiro de 2025, de R$ 7 a R$ 30). Quando o lote a descreve como “flor de cunho” ou “soberba”, termos das casas para moeda sem desgaste ou quase sem desgaste, a mediana sobe para R$ 125 (8 lotes, de R$ 35 a R$ 320).

Moeda de 1 real de aço de 1994

A primeira moeda de 1 real é menor e toda de aço inoxidável, com 24 mm e 4,27 g, e tem uma data só: 1994. O BCB registra 215.000.000 de peças. Ela circulou de 1º de julho de 1994 a 23 de dezembro de 2003, quando deixou de valer como dinheiro. A campanha do BCB em 2003 avisava: “Essa cara vai continuar valendo. Mas a coroa vai se aposentar.”

Pelo Comunicado 11.442 do BCB, de setembro de 2003, a rede bancária trocava a moeda até 22 de março de 2004. Depois disso, “por prazo indeterminado”, a troca ficou restrita às representações do Banco Central e a agências autorizadas do Banco do Brasil. Não achamos uma página atual do BCB ou do Banco do Brasil que confirme esse serviço hoje, então pergunte ao Banco Central antes de ir. Em leilão, a de aço solta saiu pela mediana de R$ 10 (11 lotes de março de 2025 a setembro de 2026, de R$ 5 a R$ 35). Certificada, ou seja, lacrada numa cápsula por uma empresa que dá nota ao estado de conservação, como a PCGS ou a NGC, a mediana foi R$ 260 (21 lotes de agosto de 2022 a abril de 2026, de R$ 106 a R$ 515).

Moedas comemorativas de 1 real: a lista e a tiragem

Na definição do BCB, a comemorativa de circulação tem as mesmas características e o mesmo valor de face da moeda comum, com um desenho diferente numa das faces. Nas perguntas frequentes, o banco diz que ela tem valor legal e deve ser aceita em pagamento. Com valor de 1 real, a página de comemorativas do BCB tem 24:

Comemorativa de 1 realAnoTiragem (BCB)
Cinquentenário da Declaração Universal dos Direitos Humanos1998600.000
Centenário de Juscelino Kubitschek200250.000.000
40 anos do Banco Central200540.000.000
Entrega da Bandeira Olímpica20121.995.700 para circulação e 20.300 em cartela
Jogos Rio 2016, 16 moedas (lista mais abaixo)2014 a 201620.000.000 cada, somando circulação e cartela
50 anos do Banco Central201549.521.780
25 anos do Real (beija-flor)201925.000.000
30 anos do Real202445.000.000 autorizadas
60 anos do Banco Central202523.168.000 autorizadas

Para as duas mais recentes o BCB publica a tiragem autorizada, e a tabela de circulação, atualizada até abril de 2024, ainda não traz o número final. A dos 50 anos do BC tem 50 milhões autorizados na ficha e 49.521.780 emitidas na tabela. Nenhuma das 24 é de 2017, 2018 ou de 2020 a 2023. As de 25 e 50 centavos têm tiragens e boatos próprios e ficam para outra página.

Quanto valem as moedas raras de 1 real

Estes são os lotes vendidos de cada comemorativa, solta e sem certificado. Abaixo de dez lotes a mediana diz pouco, e as olímpicas têm tabela própria mais abaixo.

Moeda, solta e sem certificadoLotes vendidosMedianaDo menor ao maior
Direitos Humanos, 1998155 (jan/2025 a out/2026)R$ 260R$ 180 a R$ 625
Bandeira Olímpica, 2012128 (jan/2025 a out/2026)R$ 140R$ 99 a R$ 221
JK, 200210 (abr/2025 a set/2026)R$ 42,50R$ 10 a R$ 100
25 anos do Real, 20198 (set/2024 a abr/2026)R$ 30R$ 2 a R$ 140
40 anos do BC, 20054 (set/2020 a fev/2026)R$ 32,50R$ 5 a R$ 65
30 anos do Real, 20244 (ago/2025 a abr/2026)R$ 65,50R$ 1 a R$ 75
60 anos do BC, 20252 (fev e abr/2026)sem medianaR$ 1 e R$ 43
50 anos do BC, 20151 (fev/2026)um lote sóR$ 11

Não encontramos uma tabela pública e datada de preços de compra de uma loja brasileira, então tudo aqui é lance vencedor em leilão. Nas de tiragem grande, há poucos lotes, e eles não bastam para dizer quanto a moeda vale: dez JK em um ano e meio foram de R$ 10 a R$ 100, e uma descrita como flor de cunho com pátina (a cor escura que o metal ganha com o tempo) saiu por R$ 40 em setembro de 2026.

Na Direitos Humanos, o estado mexe no preço. Descrita como flor de cunho ou soberba, ela teve mediana de R$ 380 em 29 lotes, e a mais cara saiu por R$ 625; sem estado declarado, R$ 250 em 123 lotes; descrita como circulada, R$ 181 a R$ 221 em 3 lotes. Em 13 de outubro de 2026, uma soberba saiu por R$ 290 na Numismática Moderna Leilões. Certificada, a mediana foi R$ 1.575 em 8 lotes de 2025: quem paga isso está pagando pela nota da certificadora, e a moeda tirada do bolso não tem essa nota. Em setembro de 2026, O Povo escreveu que ela “pode valer até R$ 1.100” e que iria de R$ 600 a R$ 899 em perfeito estado. Nesses leilões, a solta mais cara saiu por R$ 625, e a maioria das certificadas saiu por mais de R$ 1.100. Para entender as notas de conservação antes de oferecer a sua, veja como funciona a classificação do estado de uma moeda.

A Bandeira Olímpica vale mais na embalagem. No blister oficial da Casa da Moeda (a embalagem plástica lacrada), a mediana foi R$ 281 em 15 lotes; certificada, R$ 380 em 32. Em sachê (o saco lacrado da Casa da Moeda) de 50 moedas, 8 lotes vendidos de outubro de 2021 a agosto de 2026 tiveram mediana de R$ 3.605,50 (de R$ 115 a R$ 8.000); o mais caro, R$ 8.000 na Rivaldo Dantas Leilões em 10 de agosto de 2026, dá R$ 160 por moeda, na faixa das soltas. Em julho de 2024, o BPMoney escreveu que a Bandeira “pode ser vendida por até R$ 100,00”. Desde janeiro de 2025, a mais barata saiu por R$ 99 e a mediana foi R$ 140, e a manchete, desta vez, ficou abaixo do mercado.

Moeda de 1 real com erro: reverso invertido, cunho trincado e bifacial

Erro de cunhagem é defeito de fabricação, e quem diz se uma peça é erro é uma certificadora, com a moeda na mão. O que os anúncios chamam de reverso invertido, horizontal ou inclinado é o reverso (o lado da coroa, com o valor) girado em relação à frente, e a NGC só o aceita como erro a partir de 15 graus de rotação. Pequenas falhas do cunho (a peça que estampa o desenho), trincas e rotações dentro da tolerância de fabricação não contam como erro para ela.

Nos leilões consultados, 88 moedas de 1 real vendidas como “anomalia” (o nome que as casas dão à moeda com erro) desde janeiro de 2025 tiveram mediana de R$ 50, com metade entre R$ 25 e R$ 96. Na moeda comum de 2002 a 2024, o reverso invertido sai tipicamente por R$ 25 a R$ 120; numa comemorativa rende mais, e duas beija-flor de 2019 com o defeito saíram por R$ 420 e R$ 450. Em setembro de 2024, o Diário do Grande ABC falou em “até R$ 1.200” para uma 1998 com reverso invertido. O número vem de um catálogo, o “Moedas com erros”, de Lucimar Bueno e Edil Gomes, citado pela matéria, e não procuramos um lote vendido de 1998 com esse defeito.

Cunho trincado deixa na moeda um filete de metal em relevo, segundo a NGC. Em lote vendido ele quase não aparece: achamos um só, uma Paratriatlo 2014 certificada pela NGC, vendida por R$ 292 em dezembro de 2023, e um lote só não mostra quanto essa moeda costuma valer.

A NGC classifica como erro de cunhagem a moeda com o mesmo desenho nas duas faces, a chamada bifacial. A bifacial de 1 real que aparece vendida é uma de 2008 com dois reversos: a Numismática Moderna vendeu lotes com esse título por R$ 5.100, R$ 5.950 e R$ 5.050 em 2021 e, certificada pela NGC, por R$ 5.550 em fevereiro de 2025. Pode ser a mesma peça, revendida. Em julho de 2023, o Concursos no Brasil escreveu que a bifacial “foi cunhado em homenagem ao aniversário de 40 anos do Banco Central” e “pode chegar a valer até R$ 8 mil”. Nos leilões consultados não apareceu nenhuma bifacial vendida da moeda dos 40 anos.

Os lotes de erro caros que encontramos vinham certificados. Uma peça que valha dinheiro de verdade se autentica pessoalmente, nunca por foto.

Moeda de 1 real das Olimpíadas: quanto vale

As moedas da Rio 2016 saíram em quatro conjuntos, de novembro de 2014 a fevereiro de 2016. Cada conjunto tinha uma moeda de ouro de 10 reais, quatro de prata de 5 reais e quatro de 1 real, e as de 1 real somam 16, contando as duas mascotes: Vinicius, dos Jogos Olímpicos, e Tom, dos Paralímpicos. A tabela do BCB divide cada uma entre circulação e cartela de coleção, a embalagem com as quatro moedas do conjunto, que a Casa da Moeda vendia por R$ 13,00.

Moeda de 1 real da Rio 2016AnoCirculaçãoCartela
Atletismo (salto triplo)201419.980.00020.000
Natação201419.980.00020.000
Paratriatlo201419.980.00020.000
Golfe201419.980.00020.000
Basquetebol201519.980.00020.000
Vela201519.980.00020.000
Paracanoagem201519.981.80018.200
Rugby201519.980.00020.000
Futebol201519.986.50013.500
Voleibol201519.986.50013.500
Atletismo paralímpico201519.986.50013.500
Judô201519.986.50013.500
Boxe201619.986.50013.500
Natação paralímpica201619.986.50013.500
Vinicius, mascote dos Jogos Olímpicos201619.984.50015.500
Tom, mascote dos Jogos Paralímpicos201619.984.50015.500

Todas somam 20 milhões de peças, e nenhuma é rara. Em março de 2025, o Monitor do Mercado chamou a de rugby de rara “devido à menor popularidade do esporte” e disse que a de vôlei teve “produção restrita”; na tabela, as duas têm o mesmo total das outras. Em fevereiro de 2023, o Concursos no Brasil escreveu que as olímpicas de 1 real “podem valer uma incrível bolada de R$ 7 mil”. Em leilão, o que tem preço é a embalagem:

Olímpica de 1 real (e afins)Lotes vendidosMedianaDo menor ao maior
Solta, sem embalagem46 (abr/2025 a mai/2026)R$ 5R$ 1 a R$ 40
No blister oficial de uma moeda40 (mar/2024 a set/2026)R$ 45R$ 25 a R$ 290
Na cartela com as quatro do conjunto15 (mai/2024 a ago/2026)R$ 70R$ 40 a R$ 100
Álbum completo com as 16 (às vezes com a Bandeira)84 (jul/2024 a out/2026)R$ 170R$ 50 a R$ 295
Sachê lacrado da Casa da Moeda com 50 moedas46 (jan/2022 a abr/2025)R$ 212R$ 140 a R$ 371
Certificada pela NGC ou pela PCGS26 (out/2022 a dez/2024)R$ 266R$ 100 a R$ 845

Os sachês não saíam da loja da Casa da Moeda: segundo o Clube da Medalha, eles vão para o Banco Central e chegam ao público “em forma de permuta nas redes bancárias”. Nos leilões consultados, nenhuma olímpica certificada foi vendida desde 2025.

Se a sua é de prata, maior (40 mm) e de 5 reais, ela é a outra parte do programa: prata 925 (92,5% de prata), 27 g, acabamento proof (cunhagem especial, com fundo espelhado, feita para coleção), vendida a R$ 195 no lançamento de 2014, com 13.300 a 18.700 peças de cada desenho. Seis lotes vendidos de janeiro de 2025 a outubro de 2026 tiveram mediana de R$ 397 (de R$ 348 a R$ 609), um preço que acompanha a prata. A calculadora do valor da prata faz a conta do metal.

Onde vender moedas raras de 1 real

O Banco Central e a Casa da Moeda não compram nem avaliam moedas. O BCB indica uma associação ou sociedade numismática, e a Casa da Moeda sugere comerciantes numismáticos da sua região. A Sociedade Numismática Brasileira (SNB) fica na Rua 24 de Maio, 247, no Centro de São Paulo, e o site dela lista o SP Coin Show entre os eventos.

Estas casas tiveram lotes de 1 real vendidos nas páginas que lemos, e todas usam a plataforma LeilõesBR:

  • Numismática Moderna Leilões, São Paulo: comemorativas, certificadas e moedas com erro.
  • Rivaldo Dantas Leilões, São Paulo: sachês e anomalias.
  • Tenor & Pellizzari Leilões, São Paulo.
  • NumismatiG Leilões, São Paulo.
  • Pariz Moedas, São José dos Pinhais (PR): muitos lotes baratos de moedas soltas.
  • Santayana Leilões, Porto Alegre.
  • Vieira Colecionismo, Rio de Janeiro.
  • Leilão Carvalho Rocha, Rio de Janeiro.

Antes de mandar uma moeda, abra a seção “Leilões finalizados” do site da LeilõesBR e veja por quanto peças iguais à sua saíram. Nas casas consultadas, o leiloeiro cobra 5% de comissão sobre o arremate; quem paga essa comissão, e quanto a casa cobra de quem consigna (deixa a moeda para ela leiloar), não estava nas páginas que lemos, então pergunte antes. Um anúncio no Mercado Livre mostra o que alguém pediu, e só o lote vendido mostra o que alguém pagou. O passo a passo está em como vender uma moeda.

O que uma foto resolve e o que não resolve

O Buck reconhece moedas e cédulas por foto, no iPhone (iOS 17 ou mais recente) e no Android (8.0 ou mais recente); não existe versão web. Você fotografa uma moeda de cada vez, a frente e depois o verso, e a sessão vai somando o total. O que ele mostra é uma estimativa: uma faixa quando o guia de preços tem uma, às vezes um valor só, e cerca de um modelo de moeda em cada cinco ainda não tem preço. Nunca é uma oferta de compra. Para escanear, é preciso assinar o Buck Pro.

Uma foto não decide o estado de conservação. E nesta página é o estado, comprovado por certificado, que separa os R$ 181 a R$ 221 de uma Direitos Humanos circulada da mediana de R$ 1.575 de uma certificada. Uma bifacial ou um reverso girado que valha dinheiro de verdade também não se autentica por foto. Isso se resolve com a moeda na mão, numa certificadora ou com um numismata que assine a avaliação, antes de qualquer negociação.

De onde vêm os números

  • Banco Central do Brasil: fichas da moeda de 1 real da primeira e da segunda família, tabela “Moedas Comemorativas do Real em Circulação” (atualizada para abril de 2024), fichas das comemorativas de 2024 e 2025, página e apresentação das moedas da Rio 2016, Comunicados 11.442 (2003) e 26.808 (2014), folheto da campanha de 2003 e perguntas frequentes para colecionadores. Daí vêm tiragens, datas, metais, preços de lançamento e o que o banco faz e não faz.
  • Casa da Moeda do Brasil e Clube da Medalha, perguntas frequentes: que não compram nem avaliam moedas, e para onde vão os sachês.
  • Lotes vendidos na Numismática Moderna, Rivaldo Dantas, Pariz Moedas, Tenor & Pellizzari, NumismatiG, Santayana, Vieira Colecionismo e Leilão Carvalho Rocha, na plataforma LeilõesBR, lidos em 14 de outubro de 2026: todos os preços de mercado da página. Solta, certificada e embalagem foram separadas pelo título do lote.
  • NGC, dois artigos sobre erros de cunhagem: os 15 graus, a tolerância de fabricação, o cunho trincado e a bifacial.
  • Sociedade Numismática Brasileira, página “Nossa História”: endereço.
  • As matérias citadas: Concursos no Brasil (fevereiro e julho de 2023), BPMoney (julho de 2024), Diário do Grande ABC (setembro de 2024), Monitor do Mercado (março e setembro de 2025) e O Povo (setembro de 2026).

Fontes